Empresas com o mesmo dono podem participar da mesma licitação?
No mundo das licitações, há uma dúvida recorrente que inquieta muitos empresários: empresas com o mesmo dono podem disputar o mesmo processo licitatório? Essa questão, além de gerar insegurança, pode impactar diretamente na estratégia de negócios e nas decisões tomadas pelas organizações. Vamos explorar esse tema de forma clara e objetiva, com base na nova Lei de Licitações e Contratos (Lei nº 14.133/2021). Trazendo à tona os principais pontos para você se sentir mais confiante ao participar de processos licitatórios.

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Entendendo o conceito de empresas com o mesmo dono
Antes de mergulharmos na questão principal, é importante entender o que configura empresas com o mesmo dono. Em resumo, são aquelas que possuem sócios em comum! Seja por meio de participação direta no quadro societário ou por relações que caracterizem vinculação econômica ou administrativa.
Aliás, essa situação é muito comum em grupos empresariais, onde diferentes CNPJs podem representar unidades de negócio ou estratégias de diversificação. Contudo, em processos licitatórios, essa característica pode ser um ponto de atenção. Afinal, a lei visa garantir concorrência leal e evitar práticas que prejudiquem a competitividade.
A visão da nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021)
Com a entrada em vigor da Lei nº 14.133/2021, o tratamento dado às empresas com o mesmo dono foi aprimorado, trazendo maior clareza sobre o tema. De acordo com o artigo 63, a lei proíbe que empresas ligadas diretamente ou que possuam relação societária participem da mesma licitação como concorrentes. A lógica aqui é simples: evitar conluios que prejudiquem a transparência e isonomia no processo.
No entanto, há um detalhe importante que muitos deixam passar: a lei também exige que a Administração Pública comprove a existência de vínculo que comprometa a competitividade. Ou seja, apenas o fato de haver sócios em comum não é suficiente para desclassificação automática; é necessário demonstrar que essa relação impacta negativamente o certame.
Esse ponto reforça a necessidade de as empresas estarem atentas aos princípios de integridade e conformidade, demonstrando que suas práticas são éticas e respeitam a legislação.
Riscos e consequências de não seguir as regras
Participar de uma licitação sem observar as normas pode trazer sérias consequências para as empresas. Em casos onde a ligação entre empresas não seja devidamente declarada, a Administração Pública pode desclassificar ambas as propostas e, em situações graves, ainda aplicar sanções administrativas, como multas ou até mesmo suspensão temporária de participar de novos processos.
Além disso, é fundamental lembrar que, no Brasil, o controle sobre processos licitatórios está mais rigoroso, especialmente com o uso de ferramentas digitais que cruzam informações entre CNPJs e sócios. Dessa forma, tentar omitir informações ou ignorar as regras pode ser um risco alto demais para qualquer empresa.
Como agir em casos de dúvida?
Se sua empresa faz parte de um grupo empresarial ou possui vínculos com outra organização que deseja participar do mesmo processo licitatório, o mais indicado é buscar orientação jurídica antes de submeter as propostas. Um bom profissional poderá analisar a situação com base na legislação vigente e ajudar a evitar conflitos.
Outro ponto essencial é investir em transparência e compliance. Demonstrar que sua empresa age de forma ética e respeita as normas legais é um diferencial que pode trazer mais confiança nos processos licitatórios.
Por fim
A dúvida sobre a participação de empresas com o mesmo dono em uma licitação é mais comum do que parece, mas, como vimos, a resposta depende do respeito às regras estabelecidas e da transparência no processo. Com a Lei nº 14.133/2021, a legislação ficou mais clara e objetiva, mas exige atenção redobrada de todos os participantes.
Portanto, planeje-se, busque orientação quando necessário e atue sempre dentro da legalidade. Afinal, o mercado licitatório é um ambiente de oportunidades, mas é preciso agir com responsabilidade para aproveitar ao máximo tudo o que ele pode oferecer.
Agora que você já sabe os principais pontos sobre o tema, está pronto para tomar decisões mais assertivas e seguras em seus próximos processos licitatórios!

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